Nouvelle Vague - Just can’t get enough
Turin Brakes – Rain City
Devo admitir que antes de todos aderirem a tendência de slow blogging eu já era um praticante nato e assíduo! Podem ver pela quantidade dos meus posts e a relação de tempo entre as datas. Também admito que, se eu pudesse, criaria umas mil contas diferentes no Blogger inventando outros tantos títulos para blogs e ao mesmo tempo abordando centenas de assuntos diferentes sem nenhuma ligação comum ou similar entre estes. Como tenho me contido nas publicações, acho que posso dizer que encontrei um bom motivo para explicar meu “slow blogging” de alguns anos.
Enfim, como não sou famoso no ramo – dos blogs - e ainda tenho muito o que aprender com as maneiras existentes de se escrever e elaborar textos coerentes, quero recomeçar a tentar escrever qualquer coisa com ou sem sentido sobre algo ou situação interessante.
Nada de Big Brother, nada de exposição pessoal. A intenção é ajudar, dar dicas, receber críticas, poder ler, ser lido e finalmente – não acredito que procuro por isso ainda na internet haha é só o que procuro!! – trocar conhecimentos.
Dou inicio as postagens com minha viagem a São Paulo, terra da garoa que não garoa tanto quanto minha Joinville aqui de Santa Catarina – não, não sou um dos “atingidos” pelas chuvas -, mas que é uma explosão da diversidade cultural e uma agente da hiperativa.
Como fiz um roteiro antes de ir a essa cidade que me enche os olhos – sempre que posso, vou até lá, mas como dessa vez fui passar uns dias das minhas férias decidi “viver” um pouquinho da cidade -, arrisco a convidar quem ler os próximos posts a seguir essa rota pré traçada.
Ao chegar a Sampa, sendo de ônibus ou avião, procure qualquer lugar – limpo e generosamente confiável – para tomar um bom café acompanhado de alguns pães de queijo. Não importa a hora, a combinação sempre será perfeita.
Estomago muito bem enganado, é hora de pegar um taxi e esquecer as outras possibilidades – ônibus e metro com malas pesadas é mico na certa – e se a viagem foi longa, logo após fazer o check-in no hotel – que pode ser qualquer um nos jardins - jogue as coisas num canto e perca a hora no quarto com o ar condicionado no máximo.
Cumprimos exatamente o dito acima e nos programamos para acordar logo no início da noite – sim, eu durmo com o celular no lado da cama, quem não dorme? – pra avaliarmos a possibilidade de fazermos algo naquele dia.
Estávamos na 9 de julho, bem próximo a Alameda ou Rua Lorena. Sem indicações, nos arrumamos no melhor estilo go jogging, e fomos fazer o reconhecimento da Lorena. Tirando o traje atípico para o que vimos por lá e para o que tivemos vontade de fazer, nos contentamos a fixar os pés apenas nas calçadas e nos vislumbrar com uma rua repleta de barzinhos, restaurantes, apartamentos residenciais simples e lindos, ruas lendárias que cruzam – Augusta – e, o grande tesouro, Livraria da Vila.
Não importa como está vestido, toda hora é hora pra se entrar em uma livraria e principalmente se for uma da Vila – dizem que a da Vila Madá é melhor, mas como não tive a oportunidade de visitá-la o meu voto fica com a filial na Lorena –.
Espaço aconchegante e que te convida a passar um dia inteiro comendo livros, elevando a adrenalida, fazendo com que você tenha pensamentos loucos do tipo “comprar tudo que conseguir carregar - a Livraria da Vila tem a disposição um acervo de livros estrangeiros muito grande. Sem falar em títulos de alguns ótimos livros que não se encontram em lugar nenhum do mundo.
Mas, se você não quiser gastar, depois de passar umas duas horas por lá, sendo atendido da melhor forma que se poderia ser atendido em um lugar onde se vende livros – ninguém fica te perguntando se você procura algo em especifico, apenas observam suas reações e percebem o exato momento que você necessita de ajuda – e aproveitando aquele mar de enriquecimento cultural, sugiro que compre um Moleskine original – SIM! Lá tem!!!! – para se sentir um pouco mais próximo do que existe de melhor em termos de cadernos que realmente valem a pena de anotação.
Copiando um texto do próprio site do Moleskine ele é definido assim:
Moleskine is the heir of the legendary notebook used for the past two centuries by great artists and thinkers, including Vincent Van Gogh, Pablo Picasso, Ernest Hemingway, and Bruce Chatwin.
Turin Brakes – Rain City
Devo admitir que antes de todos aderirem a tendência de slow blogging eu já era um praticante nato e assíduo! Podem ver pela quantidade dos meus posts e a relação de tempo entre as datas. Também admito que, se eu pudesse, criaria umas mil contas diferentes no Blogger inventando outros tantos títulos para blogs e ao mesmo tempo abordando centenas de assuntos diferentes sem nenhuma ligação comum ou similar entre estes. Como tenho me contido nas publicações, acho que posso dizer que encontrei um bom motivo para explicar meu “slow blogging” de alguns anos.
Enfim, como não sou famoso no ramo – dos blogs - e ainda tenho muito o que aprender com as maneiras existentes de se escrever e elaborar textos coerentes, quero recomeçar a tentar escrever qualquer coisa com ou sem sentido sobre algo ou situação interessante.
Nada de Big Brother, nada de exposição pessoal. A intenção é ajudar, dar dicas, receber críticas, poder ler, ser lido e finalmente – não acredito que procuro por isso ainda na internet haha é só o que procuro!! – trocar conhecimentos.
Dou inicio as postagens com minha viagem a São Paulo, terra da garoa que não garoa tanto quanto minha Joinville aqui de Santa Catarina – não, não sou um dos “atingidos” pelas chuvas -, mas que é uma explosão da diversidade cultural e uma agente da hiperativa.
Como fiz um roteiro antes de ir a essa cidade que me enche os olhos – sempre que posso, vou até lá, mas como dessa vez fui passar uns dias das minhas férias decidi “viver” um pouquinho da cidade -, arrisco a convidar quem ler os próximos posts a seguir essa rota pré traçada.
Ao chegar a Sampa, sendo de ônibus ou avião, procure qualquer lugar – limpo e generosamente confiável – para tomar um bom café acompanhado de alguns pães de queijo. Não importa a hora, a combinação sempre será perfeita.
Estomago muito bem enganado, é hora de pegar um taxi e esquecer as outras possibilidades – ônibus e metro com malas pesadas é mico na certa – e se a viagem foi longa, logo após fazer o check-in no hotel – que pode ser qualquer um nos jardins - jogue as coisas num canto e perca a hora no quarto com o ar condicionado no máximo.
Cumprimos exatamente o dito acima e nos programamos para acordar logo no início da noite – sim, eu durmo com o celular no lado da cama, quem não dorme? – pra avaliarmos a possibilidade de fazermos algo naquele dia.
Estávamos na 9 de julho, bem próximo a Alameda ou Rua Lorena. Sem indicações, nos arrumamos no melhor estilo go jogging, e fomos fazer o reconhecimento da Lorena. Tirando o traje atípico para o que vimos por lá e para o que tivemos vontade de fazer, nos contentamos a fixar os pés apenas nas calçadas e nos vislumbrar com uma rua repleta de barzinhos, restaurantes, apartamentos residenciais simples e lindos, ruas lendárias que cruzam – Augusta – e, o grande tesouro, Livraria da Vila.
Não importa como está vestido, toda hora é hora pra se entrar em uma livraria e principalmente se for uma da Vila – dizem que a da Vila Madá é melhor, mas como não tive a oportunidade de visitá-la o meu voto fica com a filial na Lorena –.
Espaço aconchegante e que te convida a passar um dia inteiro comendo livros, elevando a adrenalida, fazendo com que você tenha pensamentos loucos do tipo “comprar tudo que conseguir carregar - a Livraria da Vila tem a disposição um acervo de livros estrangeiros muito grande. Sem falar em títulos de alguns ótimos livros que não se encontram em lugar nenhum do mundo.
Mas, se você não quiser gastar, depois de passar umas duas horas por lá, sendo atendido da melhor forma que se poderia ser atendido em um lugar onde se vende livros – ninguém fica te perguntando se você procura algo em especifico, apenas observam suas reações e percebem o exato momento que você necessita de ajuda – e aproveitando aquele mar de enriquecimento cultural, sugiro que compre um Moleskine original – SIM! Lá tem!!!! – para se sentir um pouco mais próximo do que existe de melhor em termos de cadernos que realmente valem a pena de anotação.
Copiando um texto do próprio site do Moleskine ele é definido assim:
Moleskine is the heir of the legendary notebook used for the past two centuries by great artists and thinkers, including Vincent Van Gogh, Pablo Picasso, Ernest Hemingway, and Bruce Chatwin.
This trusty, pocket-sized travel companion held their sketches, notes, stories, and ideas before they became famous images or beloved books. The little black notebook, with its typical rounded corners, elastic closure, and expandable inner pocket, was originally a nameless object. It was produced by a small French bookbinder, that supplied Parisian stationery shops frequented by the international literary and artistic avant-garde for more than a century.
Se ainda tiver dinheiro, sugiro que compre um guia pocket book da Authentik - authentikbooks.com - de alguma bela e glamorosa cidade no mundo. Minha escolha foi pelo guia de endereços chics de Londres. Além de ser um item de colecionador, o livrinho tem ilustrações de alguns dos locais ali indicados... e que ilustrações – um dos principais motivos do investimento -!
E ainda não acabou. Suba até o primeiro andar pelas escadas e tome um café pra abaixar total a adrenalina.
Se ainda tiver dinheiro, sugiro que compre um guia pocket book da Authentik - authentikbooks.com - de alguma bela e glamorosa cidade no mundo. Minha escolha foi pelo guia de endereços chics de Londres. Além de ser um item de colecionador, o livrinho tem ilustrações de alguns dos locais ali indicados... e que ilustrações – um dos principais motivos do investimento -!
E ainda não acabou. Suba até o primeiro andar pelas escadas e tome um café pra abaixar total a adrenalina.
Por fim, volte ao hotel e se jogue na cama com seus livros, folheando-os sem sentido, só pelo simples prazer do cheiro que emana dali!


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